domingo, 22 de fevereiro de 2009

IV Alê..Luia - A Alegria do Senhor é a nossa Força !!


Muda de meta, muda de rota - Vem pra cá !!









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Vou ou não vou ao Carnaval?

Um 'não' para ele poderá ser o começo de uma vida


Como você fica quando termina o Carnaval?

Não deixe que os meios de comunicação o atraiam com imagens atrativas e cheias de fantasia, a ponto de envolvê-lo e levá-lo para os ambientes que já estão preparadinhos esperando por você. Os clubes, as avenidas, os trios elétricos, mesmo com megaestrutura, não poderão proporcionar-lhe a verdadeira felicidade. Existe um ambiente que aguarda uma resposta diferente sua: esse lugar é o seu interior, o seu coração. Dê uma oportunidade, uma chance para você neste Carnaval, pois um "NÃO" para ele poderá ser o começo de uma vida nova.

Temos que ter um olhar sobre a realidade. Alguns pontos estratégicos já estão esperando você: é aquele bar que está à sua espera com variedades de cervejas geladas; é a roda da galera ao som dos batuques e tamborins tomando as famosas “porradinhas”; é aquela pessoa que vai colocar na sua mão um cigarro de maconha ou uma bala de cocaína; é o tubo de lança-perfume passando de mão em mão e deixando todos ligados. Esses ingredientes tornam-se a matéria–prima fazendo com que homens e mulheres terminem as noitadas, nesses dias de folia, num motel, numa praia, dentro de um carro. E depois de transarem percebem que existe um vazio interior que grita: esse banquete não satisfaz.

Mas também existe uma outra realidade esperando você: Jesus Cristo. Dê uma chance, dê uma oportunidade para Ele fazer parte da sua vida e saciar o seu desejo de felicidade, o qual nenhum Carnaval poderá satisfazer.

Os jovens curtem desafios. Um maravilhoso desafio é, em vez de correr atrás do trio, corra para os braços de Cristo, Aquele que morreu numa cruz por mim e por você, dando-nos essa maravilhosa prova de amor.

O mais lindo de tudo isso é que somos livres, Deus nos deu liberdade para escolher e decidir; então, vou ou não vou para o Carnaval?

Tem jeito!

Cleto


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Carnaval: dois caminhos, uma escolha

Uma escolha que cada um de nós deverá fazer

Como passar o Carnaval? Para onde ir? Onde ficar? O que fazer?

Normalmente, dois grupos tomam caminhos bem opostos. O primeiro dá vazão à carne e cai na folia, aproveita para passear, assiste aos desfiles, come, bebe, diverte-se segundo os desejos próprios da carne. O outro grupo costuma tomar um rumo bem oposto: deixa tudo e retira-se para encontros e retiros espirituais. Participa de retiros abertos ou fechados, assiste ou ouve as pregações desses encontros pelo rádio ou pela TV. De sexta a Quarta-feira de Cinzas dedica-se a estar com o Senhor: ouvindo a Palavra, louvando-O e adorando-O. Para este [grupo], aplica-se e torna-se realidade esta Palavra de Neemias: “Não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força” (Ne 8,10).

Trata-se, porém, de uma festa e de uma alegria bem diferentes daquelas que o mundo oferece. Nos retiros espirituais não há preocupação com droga, camisinha ou contaminação com doenças. O único contágio que geralmente acontece com esse grupo é o da alegria. Uma alegria que só o Senhor Deus pode oferecer.

Há dois caminhos totalmente opostos. Mas, você pode escolher apenas um deles. Jesus lembrou: “Não podeis servir a dois senhores” (Mt 6, 24). Uma escolha que cada um de nós deverá fazer, sabendo que: “Os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que queríeis” (Gl 5,17).

Cada caminho leva a um destino e um final diferentes. Por isso, Jesus nos preveniu: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram” (Mt 7,13-14).

E quanto a você? Qual dos dois caminhos escolherá?

Há outros alternativos, mas esses dois são os mais marcantes na maior festa popular do país. Cristo falou e nos alertou sobre as festas que o mundo oferece: um dia, elas seriam parecidas com o que já aconteceu na face da terra, nos tempos de Noé: “Como ocorreu nos dias de Noé, acontecerá do mesmo modo nos dias do Filho do Homem. Comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Veio o dilúvio e matou a todos” (Lc 17, 26 – 27).

É importante que estejamos bem atentos e procuremos fazer como Maria “que escolheu a melhor parte” (cf. Lc 10, 42): ficou aos pés de Jesus.

O efeito de cada uma das escolhas aparecerá claramente na Quarta-feira de Cinzas. Todos podem até estar cansados; mas, o estado de ânimo será bem diferente. Enquanto uns estarão curtindo a ressaca e o vazio; outros estarão com o coração exultante da alegria do Senhor.

Sejamos espertos: escolhamos a melhor parte, como Jesus mesmo afirmou: “Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada” (Lc 10, 42). Bom retiro!

Padre Alir




Dunga e a Galera


Eu Entrevistando o Dunga


Divulgando o Phn



Ser Canção Nova é bom d+

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

PHN - Cuiabá



PHN - Por Hoje eu Não vou mais Pecar




















Dunga Em Cbá - Show Transfiguração e Kairós



" Eu sei que Consagrado eu sou, criado para Te adorar, chamado para Te servir e enviado para Amar" ( Dunga )


Simplesmente marcante e profundo, a presença do Cantor e missionário da Linda Comunidade Canção Nova em Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso.
O Show foi no Sabado a noite, pela tarde em visita a casa de evangelização em Cuiabá eu pude conhecer o Dunga e ter a honra de poder participar da Missa de Envio dos consagrados, olha só, Deus é + mesmo, eu que estava lá em virtude da primeira conversa para a minha caminhada vocacional da comunidade e derrepente estou na Celebração presidida pelo Pe. Vagner para os missionários. Bom, por esse e outras que o Senhor vem me confirmando e me mostrando que eu realmente sou um consagrado, não somente para uma comunidade, mas enviado para Amar, mediante planos que eu nem mesmo imagino, mas sei que serão compreendidos na medida que eu Caminhar.

Por isso eu Vou Caminhar, vem comigo e reze por mim.

* Eduardo Cardoso

A verdade não usa máscaras

Na convivência diária nada fica oculto

Para um ator é necessário – para o exercício da profissão – interpretar inúmeros personagens. Antigamente, no teatro, as máscaras eram utilizadas como peças de caracterização, as quais ajudavam os atores a compor um personagem. Por um período de tempo, o ator, na apresentação do seu trabalho, finge ser outra pessoa. Todo esse esforço visa tornar um personagem fictício em alguém “real”, provocando e arrancando as emoções desejadas dos espectadores.



Em muitas ocasiões, podemos correr o risco de fazer da vida um teatro; fingindo e convencendo outra pessoa com falsas impressões.

No nosso dia a dia, facilmente identificamos momentos em que também representamos. Muitas vezes, temendo complicar uma situação ou querendo ser educados, fingimos ter gostado de determinada comida, mesmo que esta esteja sem sal, somente para não desagradar a quem nos oferece. Da mesma forma, se alguém nos telefona em hora inoportuna, fingimos estar ocupados para encurtar a conversa; entre outras desculpas.

Ainda dentro desse contexto, há empregados que fingem trabalhar. Na roda de amigos se uma pessoa achar conveniente personificar um “santo” agirá como tal. Diante da namorada, se for interessante, fingir-se-á ser carinhoso. Diante do patrão muitos empregados parecerão aplicados... Seja de um modo ou de outro, acabamos por aprender a arte da dissimulação.

Nada disso será problema para quem se habituou a representar e a viver mais um papel. Mas o perigo de tantas simulações é torná-las um hábito a ponto de se tornarem espontâneas ou dignas de fé.

Como um “camaleão” a pessoa será capaz de “atuar” mediante suas necessidades, buscando sempre tirar vantagens por meio do convencimento.

Por mais inofensivas que possam parecer tais interpretações, elas passam a fazer parte da vida de quem está acostumado a fingir, dificultando-lhe o discernimento entre o que é real e o que é ilusório.

O fingido quando contestado, insiste em dizer ser verdadeiro; e acreditando na sua versão, poderá até jurar. Contudo, para quem está habituado a interpretar, tal juramento será mais uma performance.

Todavia, na convivência diária, nada fica oculto. Cedo ou tarde, será impossível não perceber os deslizes de quem dissimula.

Antes que a arte de imitar saia dos palcos e adentre em nossos relacionamentos, melhor será não mascarar os fatos da vida real. Pois, triste será a decepção da pessoa amada ao deparar com as contradições e manobras de um cônjuge ardiloso.

Em nossos convívios a verdade não deve usar máscaras nem ofender.

Um abraço - Paz e Bem

* Eduardo Cardoso

Foto Dado Moura

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Namorar ou "Ficar" ?


Namorar ou "ficar"?

Quem "fica" escraviza-se em padrões que estipula para os outros

Quem ama de verdade quer compromisso. Para isso existe o namoro.

Tempo de conhecimento, identificação de idéais e troca de afetos para, depois, assumir, com a pessoa amada, um sacramento para toda vida.

Ultimamente, temos presenciado uma liberalidade e relativização de muitos conceitos de moral e ética que deturparam a mentalidade, principalmente, dos jovens na área afetiva e sexual. Os namoros são desregrados e sem o sentido do amor verdadeiro. Tudo é válido pela busca do próprio prazer.

Surgiu então o "Ficar"! Comportamento de quem namora sem assumir a essência de um relacionamento: o compromisso.

Por que, então, não se deixar levar por essa onda?

Primeiramente, essa prática é contrária aos princípios cristãos e ao sentido pleno da existência humana. Fomos criados para amar e não para viver o egoísmo.

As pessoas aprendem a qualificar as outras por padrões pré-fixados, seja pela mídia, modismos ou por status; beleza física, condição social, influência que a pessoa possui, etc. Isso os faz parar nas primeiras impressões a respeito dos outros. Não existe a amizade, só o interesse de um tempo que o faz olhar somente para o exterior dos outros, como se fossem um produto. Deixa de existir a oportunidade de um casal aprender a se amar pelas diferenças, pelos erros e pela capacidade de perdão. Também não há espaço para mostrar machucaduras e defeitos, pois o que conta é o que o outro aparenta de melhor.

Outro ponto é quando os padrões saem da concepção própria e são influenciados pela opinião dos amigos. Um exemplo, é deixar de estar com alguém que se está aprendendo a amar pela não aceitação do seu circulo de amizades. Ou então, querer "ficar" com alguém popular e o maior número de parceiros (as) para causar boa impressão no grupo. Isso também não é positivo.

Há também a dimensão do orgulho e da vaidade. Os dons e qualidades de um ser humano são colocados à disposição da sensualidade e da sedução.

Na Palavra de Deus, podemos também encontrar argumentos contrários à prática do "ficar";. O Livro da Sabedoria, no capítulo 1, versículo 16, começa a narrar o pensamento do ímpio e se estende até o capitulo 2, onde, no versículo 6, diz assim: "Agora, portanto, gozemos dos bens presentes e aproveitemos das criaturas com ânsia juvenil".

Quem tem o anseio de santidade e de um dia constituir uma família, não pode pensar e agir como os ímpios. "Ficar" é moldar-se a não assumir compromissos.

Se você pretende viver a sua dimensão afetiva da melhor forma possível, ou melhor, se você quer colocar intensidade na natureza do seu coração, não tenha iniciativas de olhar o outro como um mar que deságua rios de egoísmo, e sim, viver tudo o que o amor tem a oferecer.

Amar é simples no ser, mas requintado no servir, porque é para alguém que faz parte da sua existência. Namore, conheça, encare a outra pessoa como um mistério a ser desvendado, aprofunde a amizade, seja parte da vida dela, em pouco tempo você estará participando da sua confiança. Tenha sentimentos puros, acredite na pessoa, ajude-a a se descobrir nas mais belas aventuras dentro dela mesma, viaje por caminhos do seu interior, no qual sempre estiveram abertas as estradas, mas das quais nunca foram contempladas as belezas. Direcione sua afetividade, a capacidade de amar que há em você, para onde vale realmente a pena investir.

Seja curado por seu relacionamento e não destruído por ele! Não aceite ser vítima de si mesmo, por não corresponder a toda força do amor que existe em você. Não seja um refém da imposição que este mundo nos submete, ensinando o que é errado como se fosse uma virtude.

Um grande abraço!

Sandro Ap. Arquejada - Missionário Canção Nova/SP.


* Eduardo Cardoso [;]



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A integridade corporal e a saúde não devem ser sacrificadas a modismos


Um grupo de jovens católicos iniciou, em Roma, um trabalho de evangelização que consiste em oferecer aos jovens rosários em troca de piercings. É a Associação Papaboys, que fica num bairro próximo ao Vaticano; eles já acumulam mais de mil piercings de formatos, cores e tamanhos diferentes.

“Vamos derreter tudo e criar um coração em homenagem a Maria, mãe de Jesus”, disse à BBC Brasil Daniele Venturi, presidente da associação. “Queremos que esses jovens encontrem o caminho da verdade”.

Esses jovens católicos vão pelas ruas da capital da Itália oferecendo aos jovens o rosário em troca do piercing, dizendo: “Me dá teu piercing em troca de um rosário. Vamos rezar juntos”? E “Para que colocar mais um peso na cabeça? Larga este ferro. Te liberta”.

A presidente da referida associação afirma que os Papaboys não iniciaram uma guerra contra os piercings, mas que apenas encontraram uma maneira divertida de se aproximarem dos jovens e trazê-los para Deus.

A associação foi criada depois do Jubileu da Juventude, evento realizado em Roma, em 2000, que reuniu mais de dois milhões de jovens. O nome escolhido é o mesmo que eram chamados os jovens que seguiam o Papa João Paulo II nas Jornadas Mundiais da Juventude, realizadas desde 1985, evento conhecido como “Woodstock católico” – em uma alusão ao célebre festival americano da década de 60. A associação conta com 10 mil jovens filiados em todas as regiões italianas.

“João Paulo II é o nosso principal inspirador. A coisa mais linda que ele ensinou aos jovens de todo o mundo é saber reconhecer a figura de Cristo no rosto de todas as pessoas”, ressalta Venturi.

“É uma brincadeira”, afirma ela. “Achamos que os jovens vivem pressionados por seguir a moda neste mundo em que tudo gira velozmente. Propomos um ferro diferente do piercing: um rosário, que é muito mais profundo, pode libertá-los e aumentar a potência dos seus corações”.

Na avaliação dos Papaboys, o piercing é trocado em nome de uma nova amizade. Afinal, todos aqueles que abandonam o adorno são convidados para participar da associação. “Jesus e os apóstolos formavam um grupo de amigos”, diz Venturi. “Os Papaboys também”. Eles chegam pedindo o piercing e acabam convidando as meninas para participar de um grupo de oração. Os rapazes podem também integrar o time de futebol da associação.

O estudante Michele Biaggio, de 22 anos, dá o seu testemunho quando foi abordado. “Achei que era uma brincadeira e tirei o piercing que tinha no lábio dando muitas gargalhadas. Só descobri que era era sério quando eles me mostraram o rosário”, relata. “Gosto da iniciativa. Gosto de saber que tem alguém preocupado com os jovens católicos” (Fonte: www.bbcbrasil.com)

Os médicos dermatologistas chamam a atenção para o perigo do piercing transmitir doenças graves como as hepatites e até mesmo a AIDS. Isso acontece porque frequentemente os que realizam a introdução do piercing, fazem a tatuagem ou a automutilação do corpo não tomam as necessárias cautelas higiênicas. Verifica-se que em cada cinco um adolescente é contagiado assim, ao passo que as adolescentes são duas vezes mais afetadas. Os piercings costumam ser fixados em partes do corpo muito impróprias: na língua, umbigo, lábios, e até nos órgãos genitais, o que mostra um comportamento exótico e excêntrico. Às vezes são usados vários anéis fixados através do pavilhão da orelha, e que podem acarretar necrose da cartilagem. O jovem cristão não precisa disso.

“Do ponto de vista ético, a prática dos piercings e afins só pode ser rejeitada, pois contribui para afetar negativamente o corpo e a saúde dos usuários. A lei de Deus manda preservar a vida. A integridade corporal e a saúde não devem ser sacrificadas a modismos. Aos pais compete incutir aos filhos uma escala de valores que esteja acima de modismos e ondas do momento, que prejudicam o autêntico desenvolvimento físico e moral dos adolescentes”

* Dom. Estevão Bettencourt

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Eduardo Cardoso

Aloha !!!
Paz e Bem .
Tenho um tal de blog, que a partir de agora eu use ele, afinal outros já foram criados mas nem me recordo de suas senhas e logins. Fica assim então, aos poucos eu vou utilizando !! E que, já de inicio Consagro Ele como um instrumento para evangelização nas mão do Senhor!!